segunda-feira, 25 de maio de 2015

Vasos sanguíneos artificiais viram veias naturais no corpo

Veias artificiais

Pesquisadores austríacos criaram um material artificial com as características adequadas à fabricação de vasos sanguíneos artificiais.

A grande vantagem é que, depois de implantados, com o tempo estes vasos sanguíneos artificiais são substituídos por material produzido pelo próprio corpo.

Os vasos sanguíneos artificiais foram testados em ratos, e os resultados são muito promissores, segundo a equipe.

Restauração das veias naturais

Juntos, pesquisadores de várias especialidades da Universidade de Tecnologia de Viena e da Universidade Médica de Viena desenvolveram os vasos sanguíneos artificiais a partir de um elastômero especial, que apresenta excelentes propriedades mecânicas.

O corpo aceita o material e depois começa a substituí-lo por material natural.

No final desse processo restaurador, um vaso sanguíneo natural e totalmente funcional ocupa o lugar da prótese. O sucesso desse processo de restauração foi atestado em experimentos em animais.

Terapia celular melhora quadro de diabetes em camundongos

Após induzir o desenvolvimento de diabetes tipo 2 em camundongos com uma dieta rica em gordura, pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) trataram os animais com injeções de células-tronco mesenquimais.

A terapia, além de diminuir o processo de morte das células produtoras de insulina no pâncreas, aumentou a sensibilidade a esse hormônio no organismo dos roedores e reduziu de forma prolongada as taxas de glicemia no sangue.

 “As células mesenquimais são muito interessantes do ponto de vista terapêutico, pois têm propriedades anti-inflamatórias, antiapoptóticas (evitam a morte celular) e imunomoduladoras. Elas costumam migrar para locais do corpo onde há inflamação. Outra vantagem é que o organismo não reage a elas como se fossem corpos estranhos, ou seja, não induzem rejeição”, explicou Leal.

Sonambulismo e terrores noturnos podem ser hereditários

De acordo com um novo estudo, publicado no jornal “JAMA Pediatrics”, algumas perturbações do sono podem ser hereditárias.

Um grupo de investigadores, liderados por Jacques Montplaisir, do Hospital Sacré-Coeur de Montreal, no Canadá, revela que pais com um historial de sonambulismo têm grande probabilidade de ter filhos com o mesmo problema. Aparentemente, fatores genéticos podem desencadear o sonambulismo e até os terrores noturnos.

O objetivo do estudo foi avaliar a prevalência do sonambulismo e dos terrores noturnos na infância para determinar se haveria alguma relação entre estas duas perturbações e se o historial parental teria alguma influência.

Os investigadores analisaram os dados de cerca de 1.900 crianças que participaram no Estudo Longitudinal de Desenvolvimento Infantil do Quebec. As crianças tinham nascido entre 1997 e 1998 e foram avaliadas entre 1999 e 2011. 

Sarampo afeta imunidade até três anos após infecção

O sarampo pode afetar o sistema imunológico por até três anos, expondo os sobreviventes a um maior risco de contrair outras doenças infecciosas e potencialmente mortais, segundo estudo publicado pela revista científica Science.

Robô cirurgião é suscetível a hackers

Reforço da tecnologia

A lista de preocupações com os robôs cirurgiões ganhou mais um item: o medo do ataque de hackers.

Pesquisadores da Universidade de Washington (EUA) demonstraram que é fácil atacar e assumir o controle de um robô cirurgião que está sendo desenvolvido para ser operado remotamente pela internet.

O objetivo dos pesquisadores não era desacreditar a tecnologia, mas mostrar que as equipes responsáveis pelo desenvolvimento dos robôs médicos precisam se preocupar também com as questões de informática, sobretudo com os ataques mal-intencionados pela rede.

O robô cirúrgico teleoperado que foi invadido e controlado está em fase de desenvolvimento, e é usado por enquanto apenas para fins de pesquisa - seu uso clínico ainda não está aprovado pelas autoridades de saúde.