sábado, 6 de junho de 2015

Sintomas de intoxicação por chumbinho – fique ligado!

A cada ano são registrados no Brasil cerca de 8 mil casos de intoxicação por “chumbinho”. O produto, de aspecto granulado e cor de chumbo, utilizado ilegalmente como raticida, foi banido do país devido à alta incidência de intoxicações humanas e de envenenamento de animais.

Os sintomas típicos de intoxicação por chumbinho ocorrem em menos de uma hora após a ingestão, e os principais sinais clínicos são: náuseas, vômito, sudorese, salivação excessiva, visão borrada, contração da pupila, dor abdominal, diarreia, tremores, taquicardia, entre outros.

Em caso de intoxicação ligue, de forma gratuita, para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. O serviço está disponível para todo país e conta com profissionais especializados na orientação do tratamento de casos de intoxicação.

Chumbinho não funciona como raticida

O “chumbinho” é um produto clandestino utilizado como raticida. Além de ser extremamente perigoso para a saúde humana, podendo levar à morte, ele é ineficaz no combate doméstico de roedores.

Quer saber por que ele não funciona?

Por ser altamente tóxico, o primeiro animal que ingere o veneno morre de imediato, e os demais ratos observam e não consomem aquele alimento envenenado.

Já os raticidas legalizados, próprios para esse fim e com registro junto à Anvisa, agem como anticoagulantes, provocando envenenamento lento nos ratos. Dessa forma, a morte do animal não fica associada ao alimento ingerido, o que faz com que todos os ratos da colônia ingiram esse tipo de veneno.

Proteja a sua família: não use chumbinho como raticida

Cuide bem da sua família: não faça uso do produto conhecido como “chumbinho” para eliminar roedores. O produto é ilegal e foi proibido no Brasil e em diversos países por ser extremamente tóxico para pessoas e animais domésticos. Sobretudo em crianças, o “chumbinho” pode levar à morte mesmo se ingerido em pequenas quantidades.

Por se tratar de um produto clandestino, o chumbinho não possui rótulo com orientações quanto ao manuseio e segurança, informações médicas, telefones de emergência, descrição do ingrediente ativo e antídotos que devem ser utilizados em casos de envenenamento. Sem essas informações, os profissionais de saúde tem mais dificuldade de agir para salvar a vida das pessoas intoxicadas pelo produto.

Fonte: www.clicksaudavel.gov.br

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