sábado, 28 de maio de 2016

Saiba quais são as doenças que mais matam no Brasil

Conhecer quais são as doenças que mais matam no país é importante para saber como se manter longe delas. Segundo dados do Ministério da Saúde de 2013, entre as principais delas estão as relacionadas a problemas cerebrovasculares, infartos, pneumonia e diabetes.

De acordo com os números, aproximadamente 100 mil pessoas faleceram em 2013 por conta de doenças cerebrovasculares, dentre as quais a mais conhecida é o acidente vascular cerebral (AVC). Quem fuma, usa anticoncepcionais e consome bebidas alcoólicas faz parte do grupo de risco. Vale ficar atento ainda à obesidade e à hipertensão arterial. No mesmo ano, o infarto levou a óbito 85,9 mil pessoas. Quem deve ficar de olho nesse problema são principalmente as pessoas sedentárias e que se alimentam inadequadamente, dois dos mais importantes fatores de risco.

A pneumonia também é outra doença preocupante, principalmente no inverno. Foram 68,3 mil mortes em 2013. Para se prevenir, evite hábitos como fumo e consumo de bebidas alcoólicas, que diminuem sua imunidade. Além disso, tenha atenção a ambientes secos, que favorecem a entrada de microrganismos nocivos nas vias respiratórias. Há ainda a diabetes, que muitas vezes não é possível evitar. Por isso, quem já a desenvolveu deve focar em bons hábitos mantê-la sob controle, já que o problema foi responsável por 58 mil mortes no Brasil em um único ano – a quarta maior taxa dentre as doenças que mais matam.

Surtos recentes preocupam as autoridades 

Com a proximidade do inverno chega também a preocupação das autoridades com surtos de doenças respiratórias, principalmente a causada pelo vírus H1N1. Mas em 2016 o problema chegou mais cedo e pegou muita gente desprevenida.

Dados do Ministério da Saúde demonstram que 230 pessoas já haviam morrido em razão desse vírus até o dia 16 de abril. Houve ainda um total de 1.365 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), causada pelo H1N1. Os principais sintomas dessa doença são febra súbita e alta, tosse seca e dores em garganta, corpo, articulações e cabeça. Embora possa também parecer algo menos grave, vale a pena buscar ajuda médica em casos de suspeita.  A vacina é a melhor forma de prevenção disponível. Embora não garanta 100% que você estará livre do vírus, diminui as chances de contração. Tenha também bons hábitos de higiene, como lavar as mãos constantemente e cobrir o rosto ao tossir ou espirrar.

Com informações de Terra 

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