quinta-feira, 19 de maio de 2016

Vida longa: Nossos cachorros estão vivendo cada vez mais?

Com o aumento significativo da expectativa de vida humana, muito se pergunta sobre a melhoria e o aumento dos anos de vida dos animais. O que a ciência indica é que o mesmo que está acontecendo com o homem, acontece com os cãezinhos: mais cuidados com a saúde e com a dieta refletem em uma vida mais longa e com mais qualidade.


Expectativa de vida: os cães estão vivendo mais

Há cerca de 40 anos, a expectativa de vida de um cachorro era aproximadamente a metade do que é hoje. Uma vida mais longa, entretanto, trouxe certos aspectos negativos. Além da exposição a substâncias cancerígenas, a obesidade se tornou um problema e metade dos animais de estimação nos Estados Unidos é obesa.

Para driblar esses problemas, garantir uma vida mais longa e, ao mesmo tempo, manter a saúde dos bichinhos, um projeto desenvolvido pela Universidade de Washington, nos Estados Unidos, chamado Dog Aging está avaliando um medicamento que promete estender a vida dos cães em até cinco anos. Testes em ratos de laboratório diagnosticaram uma diminuição na rapidez do envelhecimento. Isso pode significar um aumento de dois a três anos em cachorros grandes e de quatro a cinco nos pequenos.

Contradição entre animais de estimação e bichos selvagens

A ciência vem tentando estabelecer uma relação entre as diferentes espécies de animais e sua expectativa de vida. Uma das teorias debatidas é a de que o tamanho contribui para garantir a sobrevivência. Na natureza, animais grandes teriam menos predadores e, por isso, seriam mais lentos, já que não precisariam se esconder ou fugir. Por outro lado, os animais pequenos estariam mais ameaçados, cresceriam rapidamente e se reproduziriam mais.

Com os animais de estimação, essa relação funciona de outra maneira: cães pequenos tendem a viver mais que os grandes. Um chihuahua, por exemplo, chega a 12 anos de vida, enquanto um dogue alemão vive, em média, 7 anos. Acredita-se que a diferença esteja ligada a uma proteína responsável pelo alto crescimento em raças maiores e que acaba encurtando a vida dos cãezinhos. Outro fator é o desenvolvimento rápido do corpo dos cachorros maiores, o que pode provocar falhas e deixá-los mais suscetíveis a doenças.

Com informações de MSN 

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