sábado, 11 de fevereiro de 2017

SUS incorpora técnicas modernas para cirurgia bariátrica e varizes

Escleroterapia Ecoguiada com Espuma

Os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) já podem contar com técnicas menos invasivas e mais modernas para o tratamento de varizes e para a cirurgia bariátrica.

Para o tratamento de varizes, os pacientes terão a disposição a Escleroterapia Ecoguiada com Espuma, que consiste em aplicar uma substância esclerosante chamada Poidocanol, em forma de espuma, diretamente nas varizes, até que estas desapareçam.

Considerada uma técnica inovadora para o tratamento de varizes, a escleroterapia ecoguiada com espuma não precisa de internação, exige menor tempo de tratamento e promove rápida recuperação. Segundo estudos apresentados à Comissão Nacional de Incorporações de Tecnologias ao SUS (Conitec), a técnica provoca menos dor no pós-operatório e o paciente precisa de menor tempo de licença para tratamento médico.

As varizes costumam aparecer a partir dos 30 anos e a maior incidência é registrada em quem possui histórico familiar e para os que levam vida sedentária, tem pressão alta, obesidade ou passam longos períodos em pé. Os sintomas são dor, queimação, sensação de peso nas pernas e inchaço nos tornozelos. Uma das formas de prevenção é manter hábitos saudáveis de alimentação, além de praticar exercícios regulares.


Gastroplastia Videolaparoscópica

Já as pessoas com obesidade mórbida poderão realizar a cirurgia bariátrica por meio da técnica da Gastroplastia Videolaparoscópica, técnica menos invasiva, que possibilita a perda de peso tanto por uma diminuição do tamanho do estômago, quanto por uma diminuição da superfície intestinal.

Essa é a primeira vez que o procedimento será ofertado no SUS. Antes, era oferecida a técnica de laparoscopia aberta. A previsão é que a maioria dos procedimentos que antes eram conduzidos pela forma laparotômica passe a ser conduzida pela via laparoscópica.

O procedimento, assim como os outros cirúrgicos por laparoscopia, oferece uma série de vantagens aos pacientes como a possibilidade de um menor tempo de permanência no hospital, menor volume de sangue necessário durante a cirurgia, menor necessidade de UTI, e menor incidência de complicações pulmonares, entre outros.


Com informações do Ministério da Saúde

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